Da recuperação de lesões ao bem-estar de idosos, a terapia aquática une alívio da dor, fortalecimento muscular e equilíbrio mental
Da Redação✍
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A hidroterapia pode ir desde
um banho de imersão com sais em casa até um programa estruturado de tratamento
em piscina terapêutica. O National Council on Aging (NCOA) destaca os
benefícios da fisioterapia para idosos com artrite e doença de Parkinson. O
portal Ensana Hotels destaca as tradições europeias dos spas.
Mergulhar em água morna aumenta a circulação sanguínea e a
oxigenação dos tecidos, além de acelerar a cura das lesões musculares. Além
disso, por meio efeito de flutuação reduz o impacto gravitacional sobre as
articulações, ao mesmo tempo que aumenta a respectiva amplitude de movimento
sem causar sobrecarga. Por meio da força hidrostática, é possível reduzir edemas e
melhorar o retorno venoso. Além disso, as práticas regulares reduzem a dor
contínua, melhoram a qualidade do sono e fortalecem o sistema cardiovascular.
Antes de iniciar a hidroterapia,
o paciente passa por uma avaliação médica para identificar contraindicações. Durante
a terapia, que dura entre 30 e 60 minutos, o paciente permanece imerso numa
piscina aquecida a uma temperatura entre os 32 °C e os 36 °C, sob a vigilância
de um fisioterapeuta. Primeiro, fazem-se alongamentos suaves. Depois, seguem-se
exercícios de resistência com flutuadores, nos quais a pressão dos jatos atua
em pontos específicos do corpo. Assim, o paciente descansa enquanto a temperatura do
corpo volta ao normal. Depois, deve ingerir água.
Ao contrário dos medicamentos anti-inflamatórios, a hidroterapia tem um impacto menor nas articulações e oferece mais segurança em caso de quedas. Não tem efeitos secundários
gastrointestinais, embora exija mais tempo para obter resultados imediatos. A
terapia aquática permite aumentar a força com menos dor. As imersões em água
morna relaxam a musculatura.
Os banhos de contraste e os
protocolos clínicos em piscina aquecida melhoram a circulação, mas exigem a
presença de um profissional de saúde. Embora os equipamentos especializados de
hidroterapia possam não justificar o seu custo, os tratamentos resultantes
encontram-se ao alcance de diferentes realidades financeiras, tanto em casa
como em programas comunitários.
Hidroterapia não vai regenerar seu cabelo, restaurar sua virilidade ou reparar seu intestino. Você pode proteger sua carteira, saúde e paz de espírito verificando quaisquer alegações suspeitas com seu médico. – Gretchen Dueñas-Tanbonliong, diretora associada de Saúde e Bem-Estar do National Council on Aging (NCOA), organização norte-americana referência em envelhecimento saudável.
Entre o excesso de promessas
milagrosas e o ceticismo radical, o meio-termo aceitável consiste em reconhecer
a hidroterapia como uma poderosa ferramenta complementar; não substitui os
tratamentos convencionais, mas potencia-os significativamente quando utilizada
de forma complementar e assistida.
A Propel Physiotherapy refere
ainda outros benefícios, como a melhoria do equilíbrio, da confiança e ânimo do
paciente, bem como da sua capacidade de realizar movimentos coordenados.
Segundo o NCOA, os princípios da hidroterapia
incluem:
1. Temperatura
da água para aliviar inflamações;
2. pressão
hidrostática para massagear áreas tensas;
3. flutuação
para reduzir o estresse articular;
4.
resistência para fortalecer a musculatura.
Adicionalmente, a Propel Physiotherapy especifica estes
benefícios: a melhora do equilíbrio e da coordenação, a facilitação da marcha e
o aumento da confiança do paciente durante o movimento.
Pacientes com osteoartrite de
joelho têm os sintomas aliviados ao praticar caminhada subaquática duas vezes
por semana. Indivíduos na fase crônica pós-AVC, realizando exercícios de
alcance e equilíbrio dentro da piscina, adquirem maior independência. Pessoas
com fibromialgia sentem menos dor e fadiga quando entram na água morna e
descansam. Idosos com doença de Parkinson melhoram ao praticar hidroginástica.
Com efeito, a hidroterapia atua em múltiplas frentes da terapêutica de reabilitação: alivia a dor através da temperatura e da resistência da água, melhora a mobilidade e o equilíbrio graças à sua natureza flutuante e à resistência que oferece, acelera a reconquista da funcionalidade após cirurgia ou lesão neurológica e contribui para o relaxamento e o bem-estar psicológico. Em suma, a hidroterapia proporciona aos idosos o prazer e a liberdade de segurança que a água lhes devolve, ao mesmo tempo que os liberta das dores. (DS)
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